Central 156 de Curitiba: como pedir serviços à prefeitura e acompanhar o protocolo
Publicado em 11/10/2026

Um buraco que cresce a cada chuva, um poste apagado na esquina, entulho largado num terreno baldio. Em Curitiba, o caminho oficial para levar esse tipo de problema à prefeitura é a Central 156, que funciona 24 horas por dia, todos os dias, inclusive feriados. O serviço recebe milhões de solicitações por ano e é a porta de entrada para boa parte da manutenção urbana. Saber usar o 156 de Curitiba do jeito certo aumenta a chance de o pedido ser atendido sem idas e vindas.
Os canais disponíveis
O mesmo atendimento pode ser acessado por diferentes meios, e o morador escolhe o que for mais prático:
- telefone: basta discar 156 a partir de um número de Curitiba;
- site da Central 156: permite abrir solicitações, consultar a lista de serviços e acompanhar protocolos;
- aplicativo: disponível para Android e iOS, usa a localização do celular e aceita fotos, o que ajuda a equipe a identificar o ponto exato do problema;
- chat: em alguns horários, o atendimento também é feito por mensagem.
Pelo aplicativo e pelo site, o registro fica associado ao cadastro do cidadão, o que facilita consultar pedidos antigos.
O que pode ser pedido
A lista de serviços é longa e inclui informações, reclamações, denúncias e solicitações. Entre as mais comuns estão:
- pavimentação: buracos, afundamentos e reparos em vias e calçadas públicas;
- iluminação pública: lâmpadas apagadas, acesas durante o dia ou postes danificados;
- limpeza urbana: coleta de lixo que não passou, entulho em via pública, limpeza de bocas de lobo;
- árvores: avaliação de poda ou corte em árvores de calçada e áreas públicas;
- fiscalização: perturbação do sossego, obras irregulares, terrenos sem limpeza e ocupação indevida de calçadas;
- proteção animal: denúncias de maus-tratos e informações sobre serviços para cães e gatos.
Também é possível tirar dúvidas sobre tributos, como o IPTU, e sobre horários e endereços de serviços municipais.
Como descrever o problema
A qualidade da descrição faz diferença no atendimento. Um pedido vago obriga a equipe a procurar o local ou a devolver a solicitação. Algumas orientações:
- informe o endereço completo, com número do imóvel mais próximo e um ponto de referência, como "em frente ao mercado" ou "na esquina com a rua tal";
- diga de que lado da rua fica o problema e, se for o caso, a posição aproximada no quarteirão;
- descreva o que está acontecendo de forma objetiva: tamanho do buraco, quantos postes apagados, desde quando;
- no aplicativo, anexe uma ou duas fotos nítidas, de preferência mostrando uma referência no entorno;
- se houver risco imediato, como fio caído, árvore prestes a cair ou buraco que pode causar acidente, destaque a urgência logo no início.
Evite abrir vários protocolos para o mesmo problema. Se o vizinho já registrou, o mais útil é acompanhar o protocolo existente ou complementar informações.
Acompanhando o número de protocolo
Toda solicitação gera um número de protocolo. Anote e guarde esse número: é com ele que você consulta o andamento no site, no aplicativo ou por telefone. O status mostra se o pedido foi recebido, encaminhado ao órgão responsável, está em execução ou foi concluído.
Os prazos variam conforme o tipo de serviço e a demanda da região. Alguns atendimentos exigem vistoria antes da execução, como a avaliação de árvores. Se o prazo informado passar sem solução, é possível pedir informação sobre o protocolo e, em último caso, recorrer à ouvidoria do município, informando o número original.
Quando o serviço for concluído, confira no local. Se o problema persistir, registre a situação mencionando o protocolo anterior, para que o histórico seja considerado.
Antes de terminar
A Central 156 de Curitiba funciona em fins de semana e feriados?
Sim. O atendimento funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, incluindo feriados. Os serviços solicitados, porém, são executados conforme a programação de cada órgão.
Posso fazer o pedido pelo celular com foto?
Sim. O aplicativo da Central 156 aceita fotos e usa a localização do aparelho, o que ajuda a indicar o ponto exato do problema.
O que fazer se o protocolo não for resolvido?
Consulte o andamento com o número do protocolo e peça informação sobre o prazo. Se não houver resposta satisfatória, procure a ouvidoria do município informando o número original.